Por vezes não compreendo bem o que se passa. Passo por entre a ombreira da porta, que caí exactamente em cima do meu joelho, para logo pedir desculpa pelo incómodo.
É como um rio. Um riso de incompreensão.
O maniqueísmo há-de sempre vencer.
A misoginia não tem nada a ver com isto.
O mundo não é suficiente para amar.
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