domingo, 25 de janeiro de 2009

À espera do milagre

Felizmente durou só uma ou duas semanas…a má (mesmo má disposição) ao fim de pouco tempo aceitei o que vai acontecer e pronto…também ninguém vai morrer…agora que vai ser complicado, isso vai…
Mas pronto vamos esperar o milagre!!! (nock, nock, nock) que evite estes problemas

O Verão em Amor

Quando passeamos de mãos dadas gosto de mover o meu polegar pelas costas da tua mão.
Tens as mãos mais bonitas do mundo.

Não te culpo, não culpo o mundo, nem me culpo a mim
É assim que as funciona o mundo, de vez em quando tudo acontece como queremos, outras vezes não…
Sem remorsos, sem fitas ou filmes…
É assim que é.
E certas coisas nunca vão mudar.
Não escolhemos, somos escolhidos
Há coisas que nunca vão mudar

Abraço-te quando estás triste,
Abraço-te quando estás contente

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Entre sons e muros

Gosto quando passas as tuas mãos pela minha cara
Gosto quando me conheces pelo tactear dos teus dedos

Gosto de ver as pinturas das tuas unhas

Sem desespero, sem hipóteses, mas com certezas
uma pessoa precisa de ter certezas...
certeza do que é capaz e incapaz...

A incapacidade da certeza dos incertos
A alma perdida nos cemitérios de terras
o laço no topo da arvoré com os pés apoiados na cruz

o vício da armadura blindada
A guerra da protecção do amor

Livrarias perdidas no tempo
Entre La Mancha e ventos sem moinhos

Lutas medievais, caça brutal a ursos
Sangue a jorrar...saber amar
saber não odiar
saber-te aí...
vamos lá
quero ir contigo só mais uma vez

Estou a sentir-me perdido
Como as várias possibilidades
tanta cor, tão pouco sol
Queremos verão, praia, cor e calor...calor de beber a água intoxicada pelo amor perdido nas dunas de um deserto sem visita. De um olhar perdido na imensidão da multidão.

O teu querer em luz vaga e escassa,
As frechas do escuro a passar entre a luz...
Como quando a tensão é insuportável...quando olhar é demasiado pesado
e só existe água...azul ou verde, clara ou escura
Sou assim sem querer, sem ajudar, sem língua(s)
Como os gatos em noites escuras e de luas altas

Não tenho doenças,...tenho-me a mim e a ti
Tantos nomes não conhecidos,
Tanta casa sem telhados...é a guerra outra vez

Como quando senti as músicas que conhecia de ouvir-te cantá-las aos teus filhos
Com imagens, mas sem som e sem sentir...
ruas, estradas, pontes,...
nus entre exércitos de estátuas
olhando-te sem mexer os olhos
olhar-te nos teus lindos olhos para sempre
sem parar, sem interrupções
só prometendo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

The night I fail to meet you

No escuro da noite sem fim,
escutei as tuas palavras sem as entender
...o português é uma lingua complicada

pensei nos teus braços. O que fazem os braços quando estamos a dormir ?

pensei nas minhas mãos. O que lhes dizer, que fazer quando estão geladas ?

esqueci-me de ouvir as letras. Sei que posso inventá-las e juntá-las umas às outras.

esqueci-me de ouvir a minha consciência. Sem beijos, sem violência, ter a coragem de assumir os erros...

quiseste que te conta-se sobre o meu dia...não quero falar sobre o que não gosto, não consigo evitar ficar "dependente" de ti...

quiseste fazer Amor, mas disse que não queria (mas menti queria muito), mas a incapacidade é superior à dor e ao desejo.

Falar sem te saber, sem nadar nas águas do teu oceano de dores e preguiças, de músicas, imagens, sonhos e desesperos.

Feliz dia da tristeza Sr.a Lawrence.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Three colours

I saw the sky in clouds?
I want to kill myself in the dark.
The hills are vast. The water is blue?
I want to kill myself in the dark.
The forest is Green. When does spring began?
I want to kill myself in the dark.
I hear the dogs? I want to kill in the dark.
The water is vast and the sky is blue
I want to kill myself in the dark.
Spring is always green and forest can be blue.
I want to kill myself in the dark.
The hills seem very cloudy in winter.
The dogs whisper in hunger.
I want to kill myself in the dark.
I have hunger, I have a Forest.
Can I have a forest, will dogs go to the sky.
Why do I want to kill myself in the dark?
Water, sky and earth.
In green, blue and dark.


Ian Red Willer, “Fragments”, 1495

domingo, 11 de janeiro de 2009

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O conselho

Estar 4 ou 5 dias sem fazer a barba é capaz de não ser muito boa ideia...
especialmente quando se vai cortar de novo.

A Dúvida


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Before Whatever

Logo para começar bem o ano...um dia excelente...acho que não podia ser pior...
Fora-se.................................................
e gelado até à membrana interior do osso do tornozelo.
O que vale é que...enfim...parece-me que vamos ter de mudar algumas resoluções...que se dane....

OUAHHHHHHH
UOAHHHHHH
It's raining on my boat...
Normalmente costumo começar a levar porrada no dia 3...este ano começou mais cedo...
Goddddddddddddddddddddddd
I use to love the smale of naplam in the morning...over the hils...
but now...
Hils have eyes...
but each day I see less...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Agora a sério...

Principal resolução para o próximo ano...
Não me levar muito a sério.
Levar tudo e todos com calma...sem grandes stresses...que já sei o que esperar.
De qualquer forma tudo em que tiver envolvido tem de ser a fundo...(de outra forma não vale a pena) trabalho, exercício físico, lentes contacto (desta é que vou conseguir...tenho é que cortar um pouco as pálpebras), amizade, amor...tudo a fundo (ou à maior rotação possível)

Trabalho: Fazer o melhor possível...se der optimo...se não der paciência...seguimos para outra.

Amor:...(suspiros)...é melhor não fazer previsões ...(risos)

Saúde: Continuar a grande vitória de 2008 que foi o regresso à pratica desportiva regular, uma imensa vitória pessoal e que não posso deixar cair...

Tudo o resto...Família...Amigos...Música...Sentimentos...Ambiente...Tudo a fundo, para pior lugar não vou..
Mais dor, menos dor, mais sacríficio, menos sacrífico...Whatever

Tudo a fundo...mas com calma...no stress...no worries...vou fazer o melhor se correr bem óptimo se correr mal...ficamos chateados mas o mundo não vai acabar...

2009 vai ser o meu ano dos abraços...tenho reparado que nos ultimos meses já substituí os beijinhos pelo abraço...e prevejo o Império dos Abraços para 2009...

Já está...é isto a minha vida simples...

O espaço entre ela e o que ela sonha

O espaço entre ela e o que ela sonha,
Entre o que ela acredita e que o se dispõe a avançar

Existe um espaço na vida dela.
Um espaço só dela,
um lugar que ninguém conhece
um lugar que nunca ninguém vai conhecer
onde está guardado o que resiste das memórias e o que lembramos dos sonhos

Sempre a ouvir a música
que insiste em chamá-la para o real do irreal
em dizer-lhe que perca o Control
Com os primeiros falhanços chega a certeza da repetição, da força para o confronto olhos nos olhos

Correu para a casa nova do bairro,
Bateu à porta com as duas mãos fechadas
Bateu com força, sem parar
Os tijolos vermelhos da parede ao lado da porta partiram
Ela estava estranha em si…porque ninguém lhe abre a porta
Correu para a casa de todas as soluções
Pedia respostas…disseram-lhe que não lhe abriam a porta, porque a esperança já não morava ali…
Que mudou de lugar, mudou para outra vida…
Ela não quis acreditar e voltou a correr para a casa dos tijolos vermelhos…
Chamou, perguntou, mas não bateu à porta...
Colocou o capacete da construção e trouxe máquinas para escavar.
Depois de 1 mês a percorrer a gruta subterrânea encontrou a pequena esperança…
Ela disse para si própria que nunca ia morrer.
Pegou-a nas mãos, sorriu e beijou-a.

Na loucura da juventude diz que quer ter uma filha
Mãe e Filha
Paz e Amor
Paz e Paz
Amor e Amor