terça-feira, 24 de junho de 2008

não sei se estou triste ou contente

certos minutos estou triste (mesmo bastante triste), noutros minutos estou mais ou menos ok.
Mas existe sempre um mal estar existencial presente...talvez seja igual com toda a gente....mas não sei.

Tenho a perfeita noção que sou um falhanço como ser humano.
Penso que a principal razão é a incapacidade de amar ou mostrar amor, amr ser amado, existir dentro e dora do amor.
Sim sou definitivamente uma daquelas pessoas que acha que o amor é a principio de tudo, o amor faz o mundo rodar.


Um dos traços principais (tal o mais decisivo) da minha personalidade, do que sou é a ausência de amor.... e a dureza que essa ausência causa...desliga-se de tudo...se não podes vencer desiste de tudo.
Se uma pessoa não ama , não é amado não anda cá a fazer nada e pode-se ir embora.
essa ausência dá cabó de uma pessoas afecta todos os orgãos cada pensamento, cada sentimento.
Todos os contactos sociais tem de ser desprezados.
Mas depois dessa imensa tristeza nasce a indiferença, Já não quero saber...vou aguentando mais uns dias...a dor integrou-se na nossa personalidade e continuamos a sentir pouco...de quando em vez uma ou outra pessoa uma ou outra situação ressustitam o morto, mas por breves minutos, o cansaço e o falhanço nunca abandonam os olhos.
Nem me consigo olhar ao espelho e enfrentar o que sou...o desalento completo.

Se fosse sozinho sem qualquer dúvida já me tinha morto, sem problemas, sem choraminguices ou dramas.

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