quarta-feira, 11 de junho de 2008

o que escreves

Olho o que escreves, penso em ti a rires... penso em ti a pensares, imagino-te triste.

Respiro fundo.
Dentes cerrados.
Nada em que acreditar.
Sozinho na imensidão da noite escura.
Percorrendo um deserto de areia, mas sem dunas, sempre igual.

Sempre a engolir em seco, sem querer, a querer tudo, a ser forte na fraqueza.

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